Falar e agir com responsabilidade sempre foi critério de prudência, exigindo cuidado redobrado quando a imagem de quem está falando ou agindo pode ser associada ou confundida com alguma atividade empresarial, ou com a própria empresa de que eventualmente participe.
Qualquer descuido pode levar a sérias consequências, à imagem pessoal de quem se manifesta, ou, num alcance mais abrangente à da empresa.
Na atualidade todo e qualquer fato repercute em tempo real; a depender da intensidade e da repercussão de eventual deslize no falar ou no agir, os danos poderão ser sentidos imediatamente.
Indenizações poderão ser exigidas; responsabilidades penais poderão ser imputadas.
Por isso, todo cuidado é pouco, afinal de contas e como diz antigo ditado, temos duas orelhas e uma boca, para escutar mais e falar menos.
Essa é uma regra de ouro e que bem aplicada economizaria desgaste pessoal, empresarial e a todos que de uma forma, ou de outra, falam e agem atualmente.
Lázaro Paulo Escanhoela Júnior