Os exemplos mais clássicos de riscos psicossociais são: assédio moral, excesso de cobrança ou metas inalcançáveis, insegurança quanto à estabilidade no emprego, conflitos interpessoais e excesso de jornada.
Esses fatores podem gerar consequências sérias como ansiedade, depressão, burnout, insônia, queda de produtividade e até afastamentos por doenças ocupacionais, o que impacta diretamente na qualidade do trabalho prestado e, consequentemente, no dia a dia da empresa.
Diante do aumento exponencial das doenças mentais relacionadas ao trabalho nos dias de hoje, a inclusão desse tema reflete uma evolução na forma como o trabalho é compreendido, uma vez que antes, a legislação focava quase exclusivamente em riscos físicos, químicos e ergonômicos. Agora, reconhece que o sofrimento mental também é um risco ocupacional — e que saúde no trabalho vai além do uso de EPIs.
O objetivo desta inovação é a busca por ambientes laborais mais saudáveis aos trabalhadores e com isso os resultados são a melhora no nível de absentismo, no clima organizacional, no aumentam a produtividade e na visão interna e externa da empresa.